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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010

OS TESTES CIENTIFICOS QUE FORAM REALIZADOS COMPROVAM-SE MUITO IMPORTANTE.

XANTONAS DO MANGOSTÃO

Xantona é um composto orgânico com a fórmula molecular C13H8O2. Pode ser obtido artificialmente por síntese química. Apesar de produzido sinteticamente, as xantonas são mais frequentemente encontradas e com mais intensidade em compostos naturais.

As Xantonas (dibenzo-У-pironas) são constituintes naturais de plantas da família das Bonnetiaceae e Clusiaceae e são encontradas em algumas espécies da família das Podostemaceae; Fungos, líquenes, e plantas superiores.

As xantonas são poderosos antioxidantes da família dos fitonutrientes. Pertencem ainda à classe dos bioflavonóides.

Até hoje foram descobertas cerca de 200 xantonas, 40 das quais estão presentes na fruta do mangostão. Elas foram descobertas inicialmente quando os cientistas tomaram por base os usos terapêuticos dos povos indígenas, e começaram a estudar o porquê destes efeitos do mangostão na saúde. Mais xantonas existem na natureza as quais se manifestam por exemplo no musgo e na casca de árvores.

As pesquisas acerca das xantonas encontradas no mangostão começaram em 1970 e gradualmente foram crescendo à medida que se começaram a descobrir importantissimas propriedades nutritivas. As pesquisas sobre as xantonas do mangostão cresceram exponencialmente entre 1996 e 2005. Mais estudos estão ainda em curso.

Entre a actividade biológica, destaca-se a acção sobre uma série de enzimas importantes, como ciclooxigenases (COXs) e monoaminoxidases (MAO); actividade anti-microbial, anti-fúngica, anti-retroviral, anti-hipertensiva, anti-diabética, anti-inflamatória, antimalárica.

Alguns terapeutas naturais crêem que 90% da população sofre de alguma infecção intestinal por parte de parasitas, os quais nos roubam muita energia. Uma alimentação carnívora é mais propensa a originar parasitas. O sumo de mangostão é um estabilizador da digestão.

 

O “suicídio” celular programado desempenha um papel importante em diversos processos vitais e em inúmeras doenças. Investigações recentes revelam porque o extracto metanolico do pericarpo (casca) do mangostão possui fortes efeitos de desacelerar a proliferação da oxidação e induzir a apoptose1.

Ajudar a combater o cancro é apenas uma de entre as muitas propriedades que as xantonas proporcionam. Em adição, algumas xantonas, mostraram significativa actividade anti-microbiana. Foi cientificamente provado que as xantonas ajudam a diminuir os LDL (Low Density Lipoprotein – proteínas de baixa densidade), que é o mesmo que colesterol mau. Protege as LDL (colesterol) de entrar em contacto com os radicais livres, e portanto deixando-os não passíveis de oxidar e prenderem-se às paredes arteriais e causar arteriosclerose etc.

Tendo em conta o efeito anticancerigeno, anti-inflamatório, anti-microbial, e os efeitos de diminuição do colesterol por parte da xantonas encontradas no mangostão, note-se ainda uma amostragem dos restantes benefícios que a ciência investigou ou está em processo de investigação:

Anti-viral ۷

Ajuda a baixar a pressão sanguínea ۷

Ajuda a combater a fadiga ۷

Anti-depressivo ۷

Previne úlceras estomacais ۷

Ajuda no controlo do peso ۷

Anti-envelhecimento ۷

Combate a diarreia ۷

Protege o coração ۷

Poder analgésico - Reduz a dor generalizada ۷

Anti-parkinson ۷

Anti-Alzheimer ۷

Antipirético (Baixa a febre) ۷

Aumenta a imunidade às doenças ۷

Anti-alérgico ۷

Fungicida (Anti-fungos) ۷

Anti-parasita ۷

 

De facto, alguns terapeutas têm vindo a sugerir beber sumo de mangostão para alívio de pessoas que sofrem das seguintes doenças:

ü Infecções

ü Problemas de pele tais como psoriase, seborreia ou eczema

ü Problemas nas articulações e artrite

ü Demência

ü Ansiedade e depressão

ü Cancro

ü     Doenças crónicas

ü Síndrome de fadiga crónica

ü Úlceras

ü Diabetes

Recomenda-se a consulta adicional em www.xantonas.pt

1Apoptose - há células destinadas a morrer, a fim de que outras possam prosseguir a sua tarefa de constituição de tecidos e órgãos. Designa-se esse fenómeno como “apoptose”, ou morte celular programada

 

RADICAIS LIVRES

 

Radicais livres são, átomos ou moléculas instáveis. Em circunstâncias normais os electrões dispõem-se em pares, e são estáveis. No entanto um radical livre tem um ou mais electrões livres na sua estrutura. Os radicais livres são originados pelas mitocondrias do organismo humano, as quais são reactivas e instáveis pela presença de um ou mais electrões desemparelhados. Estes são formadas pela respiração e digestão de alimentos, podendo causar danos irreversíveis às células, o que despoleta doenças graves.

O electrão (electrões) desemparelhado busca estabilidade.

Nesta busca, o radical livre pode:

  1. Capturar um electrão de uma molécula ou átomo vizinho

  2. Dar um electrão a uma molécula ou átomo vizinho

Os radicais livres podem ter duas origens:

  1.  
    1. Endógenas

    2. Exógenas

Nas endógenas, uma proteína ou lípido ao perder electrões sofre transformações irreversíveis na forma e função. Pela perda de um electrão torna-se um novo radical livre o que provoca uma reacção em cadeia. Devido a esta avidez química, este inimigo metabólico ataca os constituintes celulares e por isso é considerado um agente “desgastante da vida”.

 

Já em 1954 foi concluido que os radicais livres são a causa básica do envelhecimento e a sua acção no organismo pode ser potenciada por factores genéticos e ambientais.

 

Os radicais livres não são sempre malévolos pois também actuam no combate aos microrganismos infecciosos. Dado que a maioria dos radicais deriva do metabolismo do Oxigénio (O2), os radicais livres são encontrados em todos os sistemas biológicos como subprodutos normais do metabolismo celular.

 

Os radicais livres podem também advir de fontes exógenas, nos alimentos onde a rancificação das gorduras e a mudança de cor dos ingredientes é indicador de uma processo de oxidação, o que acarreta uma acentuada diminuição dos nutrientes e aumento de toxicidade. Alguns iões como os de ferro e cobre podem promover a geração de peróxidos tanto nos alimentos como no organismo.

 

Outra fonte exógena é a própria vida moderna, a qual é cada vez mais um potenciador de stress oxidativo o que leva a um incremento de geração de radicais livres:

 

Poluição ambiental; Raios-X; Radiação ultravioleta (exposição solar); Radiações electromagnéticas fortes (telemóveis, fios de alta tensão, microondas para aquecimento alimentar etc.); Cigarro; Álcool; Resíduos de pesticidas; algumas colheitas prematuras; Substâncias presentes em alimentos e bebidas (aditivos químicos, conservantes), hormonas presentes em carnes de gado e galináceos (quando de criação intensiva), entre outros; Stress psicológico; Consumo excessivo de gorduras saturadas (fritos, etc.); Gorduras hidrogenadas; Os medicamentos que tomamos, etc.

 

Um exemplo concreto diz respeito à quimioterapia, a qual é certamente uma das maiores causas conhecidas capazes de gerar grandes quantidades de radicais livres.

 

A oxidação das proteínas é reversível através da acção de antioxidantes. Estes constituem um conjunto heterogéneo de substâncias que interrompem o efeito prejudicial dos radicais livres.

 

ANTIOXIDANTES 

Até à algum tempo as investigações médicas tinham por objectivo prevenir doenças. Os cientistas têm vindo a focar-se no papel dos nutrientes e sua respectiva influência na saúde. Em particular, as preocupações centram-se na redução do risco de doenças crónicas e degenerativas. Inúmeras investigações tem-se focado em nutrientes como a vitamina C, vitamina E, betacaroteno (precursor da vitamina A). Este nutrientes são designados por antioxidantes. Pensa-se que estes podem desempenhar um papel significativo na redução do risco de patologias crónicas pela capacidade de neutralizar os radicais livres.

Mais do que estes compostos, as xantonas revelaram muito recentemente possuírem capacidades antioxidantes muito mais intensas do que qualquer dos nutrientes tradicionalmente referidos como antioxidantes.

Pelo processo de geração de radicais livres, os antioxidantes perdem um electrão sem que se convertam em substâncias quimicamente instáveis. Ao igualar o número de electrões que o radical livre contém, tornam-no menos prejudicial portanto.

 

Existem 2 tipos de antioxidantes.

  1. Sistemas enzimáticos antioxidantes

As defesas do organismo actuam através de enzimas que contém um ião de metal na sua estrutura. Estas transferem um electrão de ião de metal para o radical livre diminuindo a sua capacidade de reacção. Estas enzimas antioxidantes contém ferro, selénio, manganês, zinco ou cobre. Não é ainda claro se as doses elevadas destes minerais podem ter consequências adversas ao organismo. As investigações têm vindo a centrar-se sobretudo em nutrientes antioxidantes.

 

  1. Nutrientes antioxidantes

Os nutrientes antioxidantes têm um papel activo contra o ataque dos radicais livres. Por exemplo a vitamina E deixa-se atacar ela própria pelos radicais livres, actuando como tampão químico. Esta vitamina converte-se também num radical até que a vitamina C a devolva ao estado normal, quebrando-se a cadeia. A vitamina C pode reagir com os radicais livres, actuando como bloqueador.

O betacaroteno desempenha uma função mais importante do que a vitamina E na protecção das membranas celulares, proteínas e ADN. Uma molécula de betacaroteno pode diminuir a energia de 1000 moléculas de oxigénio desemparelhadas.

O teste laboratorial mais conhecido por ORAC (Oxygen Radical Absorbance Capacity – Capacidade de absorção de radicais Oxigénio) mostrou que uma porção de sumo de mangostão tem 20-30 vezes mais capacidade de absorção de radicais livres do que a mesma porção da maior parte das frutas e vegetais.

O teste ORAC é uma das mais precisas maneiras de medir a capacidade dos antioxidantes para absorver radicais livres.

 

Papel dos antioxidantes tradicionais:

Por exemplo, a incidência de cancro do estômago é muito alta no Japão e baixa nos EUA, equanto que a incidência de cancro do cólon é muito mais alta nos EUA do que no Japão. Emigrantes Japoneses nos EUA e com os hábitos de alimentação modificados segundo a nova cultura, apresentam o mesmo padrão de cancro de cólon.

Vários autores asseguram que cerca de 25% dos cancros de indivíduos masculinos e 50% dos indivíduos femininos são explicados pelos hábitos alimentares.

Vários trabalhos demonstram que dietas ricas em fibra e vitamina C e betacaroteno, reduzem o risco de vários cancros;

Ä Estudo de Menkes

Avaliados 25802 indivíduos com idades entre os 25 e 64 anos. Em 1974 as amostras de sangue foram congeladas. Entre 1975 e 83, 99 indivíduos desenvolveram cancro do pulmão e constatou-se que o nível de betacaroteno era mais baixo do que os outros.

Ä Estudo de Basileia

Foram avaliadas 3000 pessoas com média de idade de 51 anos, entre 1971 e 1982, das quais 102 morreram de cancro. Os que faleceram de cancro de pulmão apresentavam índices de betacaroteno mais baixo dos que não desenvolveram cancro.

Outros estudos observaram a mesma relação de incidência de cancro do estômago, esófago e leucemia.

Noutros estudos demonstrou-se a relação entre os baixos níveis de vitamina C no sangue e o cancro de estômago e do esófago.

 

Ä Estudo Enstrom

11348 Adultos com idades entre 25 e os 74 anos de idade que consumiram diariamente 300 a 400mg de vitamina C. O estudo decorreu entre 1971 e 1984. Verificou-se aumento da esperança de vida em 6 anos. O maior efeito foi notado nas mulheres.

Ä Estudo da Finlândia

29000 Indivíduos masculinos entre 50 a 69 anos de idade, fumadores. Há correlação entre o cancro do pulmão e consumo de antioxidantes.

 

A Harvard Medical Schol estudou a influência dos suplementos dietéticos com um ou mais antioxidantes na redução do risco de desenvolvimento de doenças coronárias. Notaram-se 50% menos de segundos enfartes.

 

Existe assim uma clara associação entre os baixos níveis de antioxidantes e maior incidência de doenças cardiovasculares. Existem também indícios de que os nutrientes antioxidantes ajudam a proteger os olhos de desenvolvimento de cataratas, ou pelo menos retardar o seu aparecimento.

Inúmeros outros estudos tem vindo a ser elaborados, os quais comprovam a correlação positiva, e os óptimos resultados de melhoria em pessoas afectadas por patologias várias.

 

Antioxidantes na actividade desportiva

O stress oxidativo desempenha um papel relevante na actividade desportiva. Os antioxidantes podem ser sintetizados pelo organismo, ou obtidos através da dieta alimentar. O exercício forçado aumenta o consumo de oxigénio, e um desequilíbrio entre os mecanismos pró-oxidantes. Aumenta assim a produção de radicais livres o que pode induzir a destruição celular.

Em determinadas situações, as defesas antioxidativas do organismo não conseguem evitar o dano oxidativo que atinge os lípidos, proteínas e ácidos nucleicos.

Os meios pelos quais os radicais podem ser gerados em desportos ou exercícios são:

  1. Consumo de oxigénio aumentado

  2. Produção de intermediários como superóxidos, peróxido de hidrogénio e radicais hidroxilos.

  3. Aumento de adrenalina e outras catecolaminas, que podem produzir espécies reactivas de oxigénio.

  4. Produção de ácido lácteo que se pode converter em radicais livres.

Em resposta ao exercício, o músculo inflama em função da fadiga. Os radicais originados pela estimulação do metabolismo oxidativo são indispensáveis a fim de evitar os danos à célula muscular, mas também podem ser responsáveis pela agravação da lesão.

Quer no desportista ocasional, quer no de elevado treino, a toma de antioxidantes pode ser benéfica na redução do stress oxidativo que ocorre no músculo.

O impacto dos radicais livres acontece especialmente quando é realizado exercício físico extenuante.

 

 

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publicado por terramena às 20:10

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